
Em nova fase agora, dentro do mercado capitalista, como diria minha amiga Eli, estou percebendo algumas muitas semelhanças entre os clientes, sejam eles do terceiro ou segundo setor.
Cliente é tudo igual, ou pelo menos devem ter vindo da mesma escola: querem tudo do jeito deles; contratam a agência, mas querem criar a arte e fazer o texto; reclamam dos preços; querem tudo pra ontem etc etc etc. Tudo isso faz parte da essência de ser cliente. Mas tem uma coisa que ainda me espanta. A maioria não sabe o que quer. Não sabe pedir, encomendar, passar o briefing o mais claro e mais detalhado possível para que a assertividade da campanha seja efetiva. Claro que acontece também a via ao contrário, quem está na ponta das agências não entender, captar o que se quer ou mesmo algum ruído acontecer, mas a insegurança e incertezas do cliente às vezes me deixam meio sem paciência.
Depois de fazer e refazer a campanha, a vontade que tenho é de perguntar: o que você quer mesmo? E é o que faço muitas vezes. Paro tudo e começo do começo. Vamos lá de novo, retomar a primeira reunião, o que foi discutido e decidido pra ver se conseguimos chegar num resultado satisfatório.
Ai! Tenho vivido algumas situações dessas e a última foi sensacional. No final, o cliente ainda perguntou: deu pra entender o que eu disse?
Só paciência.

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